Se você der uma olhada rápida na fatura do cartão de crédito da sua empresa, quantas linhas de assinaturas de software (SaaS) você encontra? Adobe, Microsoft, Zoom, Trello, Canva, CRM…
Agora, a pergunta de um milhão de reais: Você tem certeza de que todas essas licenças estão sendo usadas?
Se a resposta for “não sei” ou “acho que sim”, você pode estar jogando dinheiro pela janela. É igual deixar o ar condicionado ligado com a janela aberta. Você gasta energia, paga a conta cara, mas não sente o resultado.
No modelo antigo, a gente comprava o software uma vez e pronto. Hoje, vivemos na economia da assinatura. Com um clique dá pra contratar o que quiser, mas é muito fácil esquecer de cancelar.
É aqui que nascem as Licenças Fantasmas:
O caso do Ex-Funcionário: O colaborador saiu da empresa há 3 meses, mas a licença dele no Office 365 ou no Salesforce continua ativa e sendo cobrada religiosamente.
A Redundância: A equipe de Vendas usa Zoom, a de Marketing usa Meet e a Diretoria usa Teams. Você está pagando três ferramentas para fazer a mesma coisa.
O “Overkill”: Paga-se a versão “Pro/Enterprise” cheia de recursos, mas o time só usa as funções básicas da versão gratuita.
O jeito da Digifast: Faxina Estratégica!
Cortar esses custos é uma das formas mais rápidas de melhorar a margem de lucro. Não exige demissões, não exige vender mais. Exige apenas Gestão.
Parte da nossa consultoria é auditar o seu ecossistema digital. Nós cruzamos a lista de funcionários ativos com a lista de licenças pagas, identificamos duplicidades e sugerimos migrações para plataformas unificadas (que muitas vezes você já paga e nem sabe).
Não deixe as assinaturas corroerem seu orçamento silenciosamente. Vamos fechar essa janela e parar de desperdiçar dinheiro?
